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Pandemia: relatos de insônia aumentaram em todo mundo

O aumento na incidência de distúrbios do sono durante a pandemia é fenômeno que já vem sendo relatado globalmente, com estudos apontando que a insônia é a principal reclamação das pessoas. O Brasil não passou ileso, é claro. Por aqui, desde o início da pandemia, em março do ano passado, a palavra "insônia" foi a mais procurada no Google e, ainda mais chocante, a pesquisa por "remédio para insônia" aumentou 130% nas buscas.


"A insônia pode ser identificada por características como demora para pegar no sono depois de deitado após um período superior a 30 minutos; despertar no meio da noite e não conseguir voltar a dormir; ou ainda passar a acordar muito mais cedo do que o habitual e, mesmo com horas livres para seguir dormindo e ainda sentindo cansaço, não ser capaz de pegar no sono”, explica o Prof. Dr. Marcos Liboni, psiquiatra da Clínica Singular de Londrina. “Boa parte dos brasileiros em algum momento já teve alguma experiência própria ou com alguém próximo que se encaixa em um ou mais desses pontos descritos. Contudo, a insônia pode se tornar crônica, um distúrbio persistente que envolve comportamentos e hábitos que seguem sendo acumulados com o passar do tempo, piorando cada vez mais o quadro”. Está se sentindo assim também? Preocupado com o assunto? Querendo mais informações? Acesse nosso site: https://www.clinicasingularlondrina.com.br/ ou ligue (43) 3325-3000 | (43) 9 9995 3400 (WhatsApp) para obter mais informações ou agendar consulta. Na Singular, você é sempre bem-vindo. Nossos especialistas estão à sua disposição!

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