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Gordura no pâncreas aumenta o risco de diabetes tipo dois

Segundo o Vigitel, sistema de Vigilância de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis do Ministério da Saúde, 20% da população brasileira está obesa. O número não para de crescer e a preocupação dos órgãos de saúde pública também só aumenta, pois é uma doença que está associada com o aumento do risco do aparecimento do diabetes tipo dois. “Isso ocorre devido ao aumento do conteúdo de gordura visceral, ou seja, depósito de gordura próximos aos órgãos e nos órgãos, conhecido como esteatose”, explica a Dra. Renata Dinardi Borges Liboni, endocrinologista e acupunturista da Singular Saúde em Medicina, de Londrina.

Ao falar em esteatose, comumente, a palavra em seguida que muitas pessoas imaginam seria: "hepática", que convencionalmente é bastante difundida. Entretanto, o depósito de gordura nos outros órgãos também vem sendo estudado e atribui o aumento do risco de diabetes tipo dois. “Além do fígado, a gordura depositada no pâncreas, a esteatose pancreática, vem ganhando atenção. Indivíduos obesos com esteatose pancreática tem a glicemia (açúcar no sangue) alterada e a função do pâncreas prejudicada.




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